terça-feira, 31 de julho de 2012

Ser, ou não Ser… Eis a questão!


Nunca fui uma rapariga “Maria-Rapaz”, sempre gostei de coisas de “gaija”.

Mas de há algum tempo para cá, tenho tido “alguém” que me tem dado alguma “cultura” a tempo inteiro em moda e seus afins. E não é que “criou um monstro”!?

Ora se antigamente desfolhava as revistas em 5 minutos no máximo, agora dou comigo a vê-las em 1 viagem inteira de comboio, o que é um “record” para mim. Isto para dizer, que as vejo com mais “atenção” do que costumava.

Para mim, passou a haver a linha que separa o “comum” do “glamoroso”, uma linha que separa “o que toda a gente tem “ “do que eu gostaria de vir a ter”, mas caio na real, abano a carola e “sigo para bingo”.

Até que, numa destas revistas,  vejo uma pessoa,  que até há bem pouco tempo aparecia “semidespida” e “bréguinha como só ela”, mas que para grande surpresa minha, agora aparece, bem vestida. Tão bem vestida, a ponto de eu perder tempo a pesquisar “donde era” o conjunto que a menina trazia vestido!

E foi nesse momento, que senti uma enorme saudade dos tempos de “ignorância” total.

Ora digamos que o belo conjunto da senhora, mesmo a preços de saldo, “extrapolava”, qualquer orçamento duma pessoa “dita normal”.

Tive o meu primeiro desgosto “gla-moroso”.

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