Nunca fui uma rapariga “Maria-Rapaz”, sempre gostei de coisas de “gaija”.
Mas de há algum tempo para cá, tenho tido “alguém” que me
tem dado alguma “cultura” a tempo inteiro em moda e seus afins. E não é que
“criou um monstro”!?
Ora se antigamente desfolhava as revistas em 5 minutos no
máximo, agora dou comigo a vê-las em 1 viagem inteira de comboio, o que é um
“record” para mim. Isto para dizer, que as vejo com mais “atenção” do que
costumava.
Para mim, passou a haver a linha que separa o “comum” do
“glamoroso”, uma linha que separa “o que toda a gente tem “ “do que eu gostaria
de vir a ter”, mas caio na real, abano a carola e “sigo para bingo”.
Até que, numa destas revistas, vejo uma pessoa, que até há bem pouco tempo aparecia “semidespida”
e “bréguinha como só ela”, mas que para grande surpresa minha, agora aparece,
bem vestida. Tão bem vestida, a ponto de eu perder tempo a pesquisar “donde
era” o conjunto que a menina trazia vestido!
E foi nesse momento, que senti uma enorme saudade dos tempos
de “ignorância” total.
Ora digamos que o belo conjunto da senhora, mesmo a preços
de saldo, “extrapolava”, qualquer orçamento duma pessoa “dita normal”.
Tive o meu primeiro desgosto “gla-moroso”.

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