Querida Dentista,
Hoje, sem qualquer ansiedade minha encontrámo-nos de novo.
Lá entrou você, artilhada até aos dentes, na sala.
Acho muito mal a sua cadeira ser mega-confortável, e apetecer-me fazer um óó, quando no fundo, momentos após eu me sentar e relaxar, as minhas pernitas começam a bater que nem varas verdes.
Digamos que sou uma rapariga rijita, mas você, tira-me do sério!
Atão hoje, você e as suas "amigas traquitanas" esburacaram um pouco mais do meu falecido dente, concluindo que, terei que tomar antibiótico.
Como eu a avisei, sou uma miúda obediente, mas primeiro, eu e esta menina aqui a baixo íamos / vamos ter uma conversinha, breve... e o antibiótico deverá esperar umas horas mais!
Gosto de si a ponto de a tolerar, mas nunca seremos BFF's, a menos que troque esses seus pseudo-maso-sado instrumentos e me comece a enfiar na boca chocolates e bolachinhas!
Também não foi agradável deixar caír um bocado de algodão ensopado em medicamento para o meu decote, no metro alguém disse "cheira a dentista" e eu senti-me mal... sabe porquê?
Saio do seu consultório de rastos, mais pobre e ainda por cima a "feder"... "não há bilha que aguente"!
Posto isto... fui desabafar com a minha amiga! ... (a baixo)
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