Então é assim, ser eu, implica começar o dia ás 05 e pouco
da manhã…. Acordar, arrumar o que houver por arrumar, despachar-me, implicando
isso todos os aparatos necessários, comer, acordar a criança, despachar e
alimentar a criança, ir pôr a criança ao colégio, correr para apanhar um
comboio, e respirar uns minutos de smi-tranquilidade enquanto o comboio tem as
rodinhas a andar e a única coisa que tenho que fazer é “respirar”.
Ora, nestes últimos 2 dias, a “Je”, tem acordado mais cedo,
e feito uma autêntica maratona para conseguir apanhar o comboio anterior… o que
implica uma camada de stresse adicional ao meu início de dia…
Dá para acreditar, que ontem a gare do metro estava “á
pinha” de gente esperançosa pela chegada dum metrozito, pois supostamente
avariou, e desde as 7 e poucos da manhã não havia metros. Resolvi fazer uns kms
matinais, á “la pata” e cheguei ao trabalho com um calcanhar desfeito, pois
incrivelmente, o único dia que não calcei saltos e optei por umas “supostas”
confortáveis sabrinas, deu nisto.
Fiquei desconfiada que as sabrinas têm dentes e os sapatos
de salto nem dentaduras usam!
Hoje, mais uma maratona infernal, e, o raio do comboio
avariou em Campolide, mantendo-nos a todos sem opção, presos num comboio
avariado mais de 10 minutos, onde a única coisa que ouvia-mos era “alguém” a
dizer no intercomunicador “por avaria estamos a aguardar resolução” e qualquer
coisa tipo “blá blá blá chegar a caixa do maquinista”…
E como dizem que não há duas sem três, amanhã já não corro,
vou sorrir e acenar para as birras matinas da “amostra de gente” lá da casa,
pois já não é preciso correr… a “Je” não quer mais apanhar o comboio mais cedo,
“não vá o diabo tecê-las” e ter mais uma história para contar!
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