Então é assim, independentemente de todas as crenças e mais
algumas que possamos ter, sejam elas religiosas ou não, quanto a uma esperança
de vida, esta vidinha que andamos a qui a “semi-viver” é boa de ser vivida. Ou
pelo menos deveria de ser…
Agora, o que me choca é olhar para o lado, e ver
constantemente pessoas com uma capacidade incrível, de viverem a vida dos outros.
Ora porque vivem eternamente com o desejo de ter o que os
outros não têm, ora porque perdem tanto tempo com criticas sobre a vida alheia,
que se esquecem de viver a sua própria vidinha.
Uma coisa é certa, e contra mim falo J o ser humano é uma “coisinha”
complicada!
Se está um belo dia de sol que apetece esticar o pernil na
praia e beber um gingeralle, queixamo-nos porque está demasiado calor e puf não
se aguenta! Se chove, a potes, e apetece estar no quentinho do cobertor, com um
balde de pipocas a papar séries como se não houvesse amanhã, queixamo-nos
porque efetivamente deveria parar de chover e bla bla bla. Se temos um armário
cheio de roupa, queixamo-nos que não temos nada que vestir, pois cada pecinha
ali pendurada é inútil e caiu em desuso! Se abrimos o frigorífico, e ao
contrário de muita gente que morre á fome, temos muita opção de escolha,
queixamo-nos porque apetece sempre qualquer coisa que não está “ali”…
Enfim, queixamo-nos de mais… Vivemos de menos.
Outra situação que me tem afligido a alma, é que com esta angustia de crise, da incerteza do minuto seguinte, da duvida sobre o amanhã, mesmo pessoas como eu, que gostam de viver a sua própria vida, refletem bastante antes de viver.
Já não consigo agir simplesmente por impulso, já dou comigo
a pensar muito antes de comprar o que quer que seja, temo ter que mudar tudo,
ou parte da minha vida.
E nos entretantos apercebo-me que mal ou bem, queria arrancar
do meu peito este medo e incertezas, que funcionam como uma “porca” avariada na
“engrenagem da minha vida”.
Enfim, Viva la vida, com 2 tostões e um sorriso no rosto.
Fui babes!
Sejam felizes, sim?!
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