É irónico olhar para trás e
analisar os nossos pensamentos aos 15… e os nossos pensamentos perto dos 30!
Aos 15 o mundo acaba por um amor
platónico. Aos 30 percebe-se o que realmente importa numa relação e vivemos o
dia-a-dia.
Aos 15 os problemas parecem-nos
uma tragédia grega. Aos 30 aprendemos o verdadeiro significado da expressão “podia
ser pior”.
Aos 15 sofremos para ser aceites.
Aos 30 percebemos que os amigos contam-se pelos dedos da mão.
Aos 15 os concelhos da mãe são
uma verdadeira tortura chinesa. Aos 30, telefonamos para nos aconselhar!
Aos 15 queremos por tudo saír de
casa á noite, dançar até ser de manhã, pois toda a gente sai! Aos 30 damos
valor ao conforto do lar, amamos ver um filme, ou simplesmente um copo de vinho
á lareira.
Aos 15 as roupas são o mais
ousado possível. Aos 30 percebemos o que vale o conforto, e que menos é mais.
Aos 15 sonhamos com “aquele”
carro desportivo quando tivermos a carta. Aos 30, sonhamos com “aquele” carro
familiar a baixo consumo!
Aos 15 temos as hormonas ao rubro
e apetece-nos morder assim que nos abrem a boca para contrariar. Aos 30
aprendemos a “sorrir e acenar” e por fim, filtrar!
Aos 15 comemos este mundo e o
outro, mas mantemos um corpinho invejável. Aos 30 fechamos a boca para manter
uma forma aceitável.
Aos 15 devoramos informação,
dominamos tudo o que é “ultimo-grito”. Aos 30, uns vislumbres chegam pois mal
temos tempo para o que realmente tem valor.
Aos 15 largamos a roupa num
“simpático” monte porque alguém virá arrumar por nós. Aos 30 ralhetamos porque
alguém deixou as meias no chão da WC.
Aos 15 tudo nos parece permitido.
Aos 30 optamos pelo politicamente correto.
Aos 15 achamos que mandamos. Aos
30 alguém manda em nós e ainda nos paga um salário como compensação.
Aos 15 desconhecemos a palavra
celulite. Aos 30, entupimo-nos de água para a mandar embora.
Aos 15 esquecemo-nos de retirar o
rímel, dormimos e acordamos com os olhos negros. Aos 30 temos que ter o cuidado
de pôr um creme na cara para “espantar” as primeiras rugas.
Aos 15 pensamos em nós. Aos 30
pensamos num batalhão de pessoas.
Posto isto, fui****

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