quinta-feira, 18 de outubro de 2012

É uma sandes mista e uma meia de “desilusões” por favor!


Sabem aquela expressão, “já cá ando á muitos anos a virar frangos”?

 Pois que não ando assim á tantos, gosto eu de acreditar, mas já cá ando á alguns… pelo menos os suficientes, para já ter percebido que amigos “ á poucos seu palerma”.

Digamos que gosto de pôr as coisas nesta perspetiva, hoje estou  muito feliz e realizada, portanto, se és minha amiga na alegria serás uma possível amiga nos  infortúnios da vida. Parece estranho , e alguns até poderão pensar  que vos estou a escrever um post com “os copos” não?

Mas vou explicar:

Quando andamos na “lama” há sempre alguém que gosta de nos dar a mão e passar a “mão no pelo” e dizer ao nosso ouvido “coitadinha, tudo vai correr bem”… o engraçado da “coisa” é que muitas dessas pessoas, no preciso momento que o cenário muda, tentam “puxar-nos” para o mesmo “chiqueiro” em que andávamos, e nunca se vão conformar com o facto de sermos mesmo felizes, assim, simplesmente assim! Não precisam lembrar o que não temos, pois sou feliz só assim…

Mas os verdadeiros amigos, choram e dão-nos a mão quando precisamos, podem estar meses sem se falar, mas sabemos que estão lá, sabemos que quando temos algo para celebrar, que vão celebrar connosco, algo para chorar, vão nos apoiar, de verdade, sentido! Que torcem por nós, que encorajam, que não envenenam!

Assim, aprendi que sorrisos bonitos á em cada esquina da minha vida, palavras meigas em cada passagem, mas o que é verdadeiro, é muito pouco!

Tenho tido muitas pessoas que passaram pela minha vida e de certa forma “alguma coisa” ficou… mas poucas foram as que “ganharam raízes”. Acredito que algumas, culpa minha, pois como qualquer amizade, tem que ser regada, e já diz o ditado “longe da vista longe do coração”… outras pessoas, pela lei natural da vida, perderam-se no caminho e eu perdi-lhes o rasto… outras queriam ficar, mas fui eu que não deixei.

E é assim, vivo com simplicidade, sou verdadeira, detesto a falsidade… gosto de apreciar pequenos momentos da vida… um pôr do sol, ouvir o barulho das ondas, sentir o vento a passar no cabelo… ver a minha filha sorrir!

A todos os que permanecem na minha vida, obrigada pelos sorrisos e pelas lágrimas! Desculpem a “je” por ser despassarada e ligar pouco… mas, não é defeito é mesmo feitio!

Portanto, já dizia a “outra” pessoas que me desiludem, “como-as ao pequeno almoço” !

“Eu quero é ser feliz”!

Kiss & good bye!

 

 

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